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NEWS DJ ALMA

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

CSI Natal 2012: Assassinos em série no Brasil


Material do Só na Zueira

Se vocês achavam que só tinha assassinos em série (SERIAL KILLERS) nos Estados Unidos, conheçam os "O TIME" que tem por aqui no Brasil, são crimes que deixa qualquer gringo de boca aberto.


João Acácio Pereira da Costa - conhecido como "Bandido da Luz Vermelha" - Assassino notável pela crueldade e frieza.

 João Acácio ficou órfão com apenas quatro anos, dali por diante, sua vida no crime se iniciou. Chegou ao estado de São Paulo ainda na adolescência, fugindo dos furtos que praticara em Santa Catarina. Foi morar em Santos, onde se dizia filho de fazendeiros e bom moço. Na verdade, levava uma vida pacata no lugar que escolheu para morar, praticando seus crimes em São Paulo e voltando incólume para Santos. Sua preferência era por mansões. Seu estilo próprio de cometer os crimes (sempre nas últimas horas da madrugada, cortando a energia da casa, usando um lenço para cobrir o rosto e carregando uma lanterna com bocal vermelho) chamou a atenção da imprensa, que o apelidou de "Bandido da Luz Vermelha", em referência ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, que tinha o mesmo apelido.
Gastava o dinheiro obtido com os assaltos com mulheres e boates. A polícia levou seis anos para identificá-lo, conseguindo identificá-lo após ele deixar suas impressões digitais na janela de uma mansão.
  Pedrinho Matado
 Matou pela primeira vez aos catorze anos e seguiu matando e hoje acumula mais de cem homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo que 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.

Chico Picadinho
Foi um assassino em série brasileiro que esquartejou 2 mulheres nos anos de 1966 e 1976. Filho de pai muito severo, sua mãe foi uma mulher que tinha muitos amantes e quase sempre casados.

 Francisco de Assis Pereira, vulgo Maníaco do Parque

É um criminoso (Assassino em Série) brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove. O referido Parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo. Nesse local foram encontrados vários corpos das vítimas.
Marcelo de Andrade
Estuprou e matou onze meninos, no Rio de Janeiro, e bebeu o sangue e comeu parte das carnes das vítimas.
 Maníaco da Cruz
Aos dezesseis anos foi preso depois de ter matado pelo menos 3 vítimas na localidade de Rio Brilhante. O assassino disse que é um fã de Francisco de Assis Pereira, o tal Maníaco do Parque. Depois de matar, deixava as vítimas nuas, com as pernas fechadas e os braços abertos em sinal da cruz.


Assassinou 13 homossexuais entre julho de 2007 e agosto de 2008 no Parque dos Paturis em Carapicuiba - São Paulo.


 Cláudio de Souza

Conhecido como "Maníaco da Lanterna" - Acusado de matar nove pessoas além de três mulheres que continuam desaparecidas.
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CSI Natal 2012: 10 Serial Killers Brasileiros




Há pouco tempo atrás fiz uma postagem que relacionava 10 casais de assassinos em série e seus crimes. Citei casos dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, mas, nenhum brasileiro. Fui questionada quanto a isto. Durante a pesquisa que fiz, achei algumas duplas que atuavam juntas para a efetivação dos crimes; Todavia, poucas eram de duas pessoas em um relacionamento amoroso, e somente uma brazuca poderia se encaixar na categoria, não fosse um terceiro elemento. O fato é que o Brasil, ao contrário do que ocorre nos EUA, não possui muitos casos de assassinos em série. O site crimeZZZ.net, por exemplo, lista 12 casos. Já o Como Tudo Funciona lista 9 Serial Killers, o Só Na Zueira elenca 8 pessoas e a Revista Época traz um total de 22 assassinos. Com as informações dos sites acima citados, separei alguns dos mais "expoentes". 

Confira a lista:


Francisco Costa Rocha
Número de Vítimas: 2
A História: Chico Picadinho - como ficou conhecido - cometeu o seu primeiro assassinato em 1966. Margareth Suida, uma bailarina austríaca, foi encantada pelo charme do corretor de imóveis Francisco. Após um encontro, ela aceitou a proposta de Chico de ir ao apartamento que ele dividia com o amigo. Antes mesmo de efetivarem relações sexuais, Francisco ficou violento e matou-a por estrangulamento com um cinto. Com ela morta, decidiu que deveria livrar-se do corpo e, por tal, começou a cortá-lo com faca, tesoura e gilete; Primeiro os seios, depois os músculos, as articulações e por assim seguindo até que o corpo ficasse menor e coubesse em uma sacola. O processo todo durou de 3 a 4 horas. Francisco avisou um amigo e pediu que ele desse um tempo antes da denúncia, para que contata-se sua mãe e seu advogado. Quando retornou a cidade, foi preso e condenado a 17 anos de prisão. Após 8 anos cumprindo a pena, foi solto. Casou-se e teve dois filhos. Em 14 de setembro de 1976 tentou matar uma prostituta, a qual conseguiu fugir. Contudo, em 16 de outubro do mesmo ano, outra profissional do sexo não teve a mesma sorte. Desta vez o cuidado no esquartejar foi maior. Tentou jogar pelo vaso algumas das partes da vítima. Fugiu do Rio de Janeiro, sendo que 28 dias depois fora localizado, preso e condenado a 30 anos. Após o cumprimento da pena, em 1998, considerando a psicose do assassino, foi transferido para a Casa de Custódia de Taubaté a fim de receber tratamentos psiquiátricos. No blog MEDOB há uma entrevista com o Chico.


João Acácio Pereira da Costa
Número de Vítimas: 4 e/ou Mais
A História: Vilão por vocação, o Bandido da Luz Vermelha, atraiu a atenção pública graças a sua frieza e estilo peculiar de cometer os delitos: Sempre na última horas da madrugada, portando uma lanterna de Bocal vermelho. Era catarinense, mas seus delitos foram cometidos em São Paulo. Atuou por 6 anos e foi  detido em 1967. Oficialmente teria cometido 88 delitos: 77 assaltos, 2 homicídios, 2 latrocínios e 7 tentativas de morte, todos confessados. Entretanto, há suspeitas de que ele também tenha estuprado mais de 100 mulheres, porém as vítimas nunca deram queixa. Cumpriu 30 anos de prisão e foi solto em 1997, virando uma "pseudo-celebridade" já que usava apenas roupas vermelhas e quando lhe pediam um autógrafo ele simplesmente escrevia a palavra "Autógrafo" no papel. Em 1998 acabou sendo morto em uma briga de bar em Joinville/SC. Foi realizado um filme sobre a sua historia: O Bandido da Luz Vermelha.


Edson Izidoro Guimarães
Número de Vítimas: 4 e/ou Mais
A História: O Enfermeiro da Morte, como foi posteriormente chamado, foi condenado a 76 anos de prisaão - 19 por cada vítima - pela morte de 4 pacientes do Hospital Municipal Salgado Filho no Rio de Janeiro. Das vítimas citadas, 3 tiveram os aparelhos respiratórios desligados e 1 foi injetada com cloreto de potássio, todas no dia 07 de Maio de 1999. Ele confessou que matava pacientes terminais no intento de receber comissões das funerárias. No início das acusações, Edson chegou a ser indiciado pela morte de 126 pessoas durante os seus plantões.


Francisco de Assis Pereira
Número de Vítimas: 9
A História: Provavelmente o Serial Killer nacional mais conhecido, O Maníaco do Parque. Construindo a ilusão de que as mulheres tornariam-se modelos fotográficos, o motoboy conseguiu atrair 14 vítimas; Sendo que apenas 5 delas fugiram após estupradas e mordidas. As outras tiveram um fim trágico, estranguladas por um cadarço ou cordinha. Pelos crimes Francisco foi condenado a 274 anos de prisão. Perguntado qual o motivo, assim respondeu: "Eu tenho um lado ruim dentro de mim. É uma coisa feia, perversa, que eu não consigo controlar. Tenho pesadelos, sonho com coisas terríveis. Acordo todo suado. Tinha noite que não saía de casa porque sabia que na rua ia querer fazer de novo, não ia me segurar. Deito e rezo, pra tentar me controlar" [fonte: Veja].


José Guerra Leitão
Número de Vítimas: 10 e/ou mais
A História: O Monstro do Morumbi cometeu seus delitos entre os anos 60 e 70. Atacando exclusivamente mulheres com biotipo parecido com o de sua mãe, deixava suas vítimas nuas/semi-nuas com os pés e mão amarrados por pedaços de roupas, boca, nariz e ouvidos tapados com papéis amassados e uma tira que servia de mordaça e de enforcador. 7 corpos foram encontrados nos terrenos baldios do Morumbi até que a esposa resolveu denunciar. José fugiu para  o Pará  onde cometeu outros 3 assassinatos. Apesar de falar abertamente o número de 24 vítimas, apenas conseguiu-se provas contra o mesmo em 4 dos crimes. Cumpriu 30 anos de prisão e foi solto em 2001. Localização atual desconhecida.


Laerte Patrocínio Orpinelli
Número de Vítimas: 11 e/ou mais
A História: Quem imaginaria que um andarilho descuidado e simpático, na realidade era um serial killer? Chamado de O Monstro de Rio Claro, confessou o assassinato de 11 crianças entre 04 e 10 anos de idade. logo que foi preso. Depois, com o tempo, chegou a falar ter cometido mais de 100 assassinatos e de ter bebido o sangue de algumas das vítimas. Ele mantinha um caderno de anotações por onde a polícia conseguiu identificar 26 cidades e 96 desaparecimentos. Os crimes teriam ocorrido entre 1970 e 1999. Encontra-se preso.


Marcelo Costa de Andrade
Número de Vítimas: 13
A História: O Vampiro de Niterói atuou de  1991 a 1992, matando 13 meninos - faixa etária de 6 a 13 anos.Ele conduzia a vítima até uma área deserta, estuprava, estrangulava e, quando mortas, bebia o seu sangue, no intento de permanecer jovem e belo. Continuava a praticar sexo com os cadáveres até avançado estado de decomposição. Foi preso graças a fuga de uma vítima que o denunciou. Por ser considerado inimputável pela justiça, encontra-se internado por tempo indeterminado no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico  Henrique Roxo.


Fortunato Botton Neto
Número de Vítimas: 13
A História: O garoto de programa mais conhecido como O Maníaco do Trianon, matou - com requintes de crueldade - 13 homens entre 1986 e 1989. Depois de combinar o programa e ir até o apartamento das vítimas, amarrava seus tornozelos e pulsos, cometendo o ato ou por estrangulamento, ou por facadas, ou com golpes de chave de fenda. Em alguns casos pisoteou as vítimas até que os órgãos saíssem pelos orifícios corporais. Em seus depoimentos, o maníaco diz"Matar é como tomar sorvete: quando acaba o primeiro, dá vontade de tomar mais, e a coisa não para nunca". Foi condenado e morreu na prisão em fevereiro de 1997, de broncopneumonia decorrente da Aids.


Francisco das Chagas Rodrigues de Brito
Número de Vítimas: 42
A História: Acredito que este caso também seja bem lembrado, já que os fatos ocorreram entre 1989 e 2004 no Maranhão e no Pará. Brito escolhia sempre como vítimas meninos pobres que vendiam doce ou perambulavam na área de sua casa ou de seu trabalho, atraindo os mesmos para uma mata. No local matava - estrangulamento, pedradas ou objetos cortantes - e partia para a mutilação, retirando testículos ou órgão genital, além de levar consigo um souvenir - roupas, osso, dedo ou outro pedaço amputado. Há suspeitas de que houve violência sexual e que o assassino tenha comido algumas partes da vítima. . Em 2006, ele foi condenado a 20 anos e oito meses de prisão pela morte de uma das vítimas e ainda aguarda julgamento pelas demais. É considerado o pior Serial Killer Brasileiro. 


José Ramos
Número de Vítimas: Incerto
A História: Chamado de o Linguiceiro da Rua do Arvoredo, seus ataques ocorreram em 1863 - possível que seja o primeiro Serial Killer que se tem registro na história nacional. Justamente por se tratar de um caso muito antigo, não há informações precisas quanto ao número exato de vítimas. Seu modus operandi, entretanto, é relatado com clareza: José, pessoa elegante e de bons gostos culturais (qualquer semelhança com Hannibal Lecter seria mera coincidência?), atraia as suas vítimas com a promessa de que passariam a noite com a sua esposa, Catarina Pulse. Chegando no local a vítima era servida de boa comida, boa bebida e boa conversa; Até que Ramos acertava-lhe a cabeça com uma machadinha - golpe certeiro. Depois, com a ajuda de Carlos Claussner, degolava e esquarteja a vítima, usando sua carne para a fabricação de linguiças - famosas na época. Os fatos ocorreram na Provícia de Porto Alegre e foram descobertos apenas em 1894, ou seja, 31 anos de matança. José foi condenando ao enforcamento, Catarina internada em hospício e Carlos, bem, ele já havia virado linguiça. 

Destaque:
Par quem quer saber mais sobre o assunto, vale conhecer o trabalho de Ilana Casoy, considerada a maior especialista nacional, e seus livros.
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domingo, 5 de agosto de 2012

Forró Simplisinho ma+s Bunitinho [Festa de Santana 2012 - Soledade II, Natal (RN)]- Empinadinha

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Os Jhecks Show "Os Manos apaixonados"



Descobri esses garotos no Facebook e por ironia do destino descobri que eram filhos de uma ex-aluna minha do Encanto, Thamara Alice. Fiquei muito feliz até trocarmos informações de minha banda, o Forró Simplizinho ma+s Bunitinho que vem de uma estréia arrasadora na Festa de Santana 2012 aqui no nosso bairro. Os dois garotos são irmão e cantam e tocam muito. A partir de hoje vamos conhecer melhor esses garotos do Conjunto Santa Catarina - Zona Norte de Natal (RN).

Nomes:  Jheckdayvison  e  Jheckdyson  Dantas


Telefones para contato: (084) 8803 8790 - 9169 0366 (Paizão Josenildo Dantas (https://www.facebook.com/josenildo.dantas.1)

Eles cantaram no Programa Alô meu povo com Paulo Wagner



Homenagem as mães



No programa Tudo de bom da TV ponta Negra



Gostei muito dos meninos e acho que estou ficando craque em fazer novos amigos e em encontrar jovens talentos, minha Banda que o diga. 

Eu entrevistei os dois garotos via e-mail e eles foram muito bem nessas primeiras questões: Nota 10.


Eu comecei perguntando a eles seus dados pessoais: Nomes e idades dos dois; Colégio, séries, turnos; Nomes dos pais; seu empresário (nome); Telefones para contatos.

Jheckdyson Monteiro Dantas - 14 anos.  9º ano, Turno Matutino.
Jheckdayvison Monteiro Dantas - 11 anos.  6º ano, Turno Matutino.
Estudamos no CDF.

Nossos pais: Josenildo Dantas e Thamara Alice. Não temos empresário, mas quem sempre está à frente de tudo são nossos pais mesmo.

Contatos: (084) 8803 8790 / 9169 0366 / 99461030 / 8132 4421.

 Depois fiz pergunta sobre sua vida, carreira e futuro:

1.      Onde tudo começou e de quem foi a ideia de formar a dupla? Tudo começou com uma brincadeira na escola da nossa tia em uma apresentação de karaokê a partir daí  passamos a nos apresentar em datas comemorativas como, dia das mães, são João, dia dos pais, formaturas...e daí fomos nos organizando, logo meu irmão jheckdayvison tinha uma certa habilidade com teclado, era impressionante como uma criança de apenas 5 anos já conseguia solar certas músicas até difíceis e ele apenas de ouvido já ia lá no teclado e encontrava direitinho as notas, e eu mais velho que ele impressionado questionava: “ Jheckdayvison, quem te ensinou? e ele sorrindo respondia: ninguém, eu procuro as notas aqui e vou encontrando... aí eu ia lá, tentava, tentava, e nada...Com o passar dos anos eu fui aprendendo a tocar também e logo conseguí comprar meu teclado, com dinheiro dos próprios shows que íamos fazendo, apartir dalí, conseguíamos contratos, em festas infantís principalmente e aquilo foi nos motivando então fomos montando o repertório de uma forma bem eclética, lembro bem que no início fomos tocar em uma feijoada do programa Vitrine o qual fizeram uma matéria conosco por acharem nosso “trabalho” interessante, pela nossa idade, e naquela época o nosso repertório era voltado principalmente a seresta então as pessoas se impressionavam, como é que dois garotinhos tão novos já cantam estas músicas tipo: Fernando Mendes, Roberto Carlos, Zezo... Daí então formamos a dupla os Jhecks Show.
      
2. Quem inspirou vocês? Tem músicos na família? Quem ensinou vocês a tocar?
A nossa família foi primordial para que déssemos sequência ao nosso “trabalho”, ou seja, sem o apoio dos nossos pais acreditamos que nada disso teria acontecido. O meu avô toca violão e canta e também temos um tio que é cantor. Aprendemos a tocar sozinhos, com muita dedicação e procurando fazer da maneira mais precisa possível...

3.      Com quantos anos cada um descobriu seus talentos? Que instrumentos tocam?
     Com seis anos de idade meu irmão Jheckdayvison aprendeu a tocar teclado, foi quando eu vendo ele lá todo empolgado tocando pensei, bem que eu poderia tocar também...então fui pegando uns toques com ele, e quando menos pensei, já estava tocando também. Além do teclado ele toca violão e saxofone também. Ah e também arranhamos um pouquinho na bateria.

4. Os dois cantam ou só o irmão mais novo? 
       Nós dois cantamos, tento ajudar um pouco meu irmão. rsrs

5. O que mais marcou na sua carreira até o momento?
Um momento bastante marcante foi uma apresentação no programa de Fátima Mello, quando nos convidaram e fizeram questão que levássemos o saxofone e quando lá jheckdayvison estava tocando e veio a grande surpresa, entra o fera do sax, um dos quais ele se inspira e é super fã: Bethoven do sax. Nossa naquele momento imaginei que meu irmão não mais iria conseguir tocar, aquele foi um momento de grande emoção...

6. Quais programas vocês já participaram? O que essas passagens marcaram em suas vidas? O que foi mais engraçado nesses dias? 
Já participamos do programa Vitrine, programa Talento Potiguar, programa Fátima Mello, programa Tudo de bom, Programa Alô meu povo. O bom de todas essas apresentações é sem dúvida o reconhecimento dos nossos amigos e saber que temos o apoio de pessoas como você, Djalma, que está nos dando esta oportunidade de poder contar um pouco de nossa história. Há poucos dias também fomos entrevistados pelo Novo Jornal. Foi uma matéria exibida no dia 24 de julho de 2012. Teve como tema: "Talentos Anônimos", eles marcaram conosco no final da nossa aula nos encontramos na frente da escola e nos entrevistaram na nossa casa mesmo, foi muito legal!

Se eu disser a vocês que achei o jornal vocês acreditam: Matéria do dia 24 de Julho de 2012, Página 28, seção Cultura, matéria Talentos Anônimos:

IRMÃOS JHECKS, COM 13 E 11 
ANOS, JÁ FAZEM O SEU SHOW



"Meio-dia e o portão da escola começa a ficar pequeno para tanta criança que não vê a hora de  se livrar do ambiente cheio de regras gramaticais, teorias conspiratórias, expressões de segundo grau  e coisas do tipo. Entre eles, dois chegam sorridentes e já cumprimentam a reportagem com sorriso de artista, momento que só foi acontecer na verdade quando todos chegam na casa deles. Os irmãos Jheckdyson e Jheckdayvison  Dantas, de 13 e 11 anos, respectivamente, são conhecidos como “Os  Jhecks Shows”. Enquanto eles vão trocar a farda do colégio por algum figurino, quem conversa com a reportagem é o pai e empresário dos garotos, Josenildo Dantas. E a primeira pergunta inevitavelmente é sobre o nome da dupla. Ele explica que não foi homenagem a ninguém, nem surgiu da junção de dois nomes diferentes, apenas de uma ideia que teve. “Como o meu nome começa com J, achei que seria legal colocar o nome deles também com a mesma letra que a minha, e aí eu resolvi acrescentar esse início diferente. Foi bom, que hoje, com o passar dos anos,deu certo para colocar um nome artístico na dupla”, conta dizendo também, assim como a mãe de Kaio, que a primeira lição ensinada aos filhos é a valorização dos estudos.
“Eu vivo dizendo a eles que estudem porque se isso aqui realmente der certo será ótimo, estamos lutando para isso. Mas se não der certo, que eles saibam também trilhar um caminho bom em alguma outra profissão”, avalia. Prova disso é que o mais velho, além de se dedicar à escola, também faz cursinho à tarde para tentar entrar no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte [IFRN], no ano que vem. Tudo começou há quatro anos quando os dois participavam de um concurso de karaokê na escola e Jheckdayvison impressionou a todos pela ainação. O irmão, por sua vez não ficou atrás e também se destacou cantando. Aos poucos cada um foi aprendendo a lapidar suas habilidades. Jheckdayvison além de cantar descobriu o sax e Jheckdyson o teclado. “Bateria os dois arranham”, brinca o mais velho. “Agora a gente deixa só o violão um pouco de lado nos shows, porque não anima muito”, complementa informando que o repertório é variado e vai de arroxa até seresta. Do primeiro show vem as melhores lembranças. Era 2008 quando o palhaço Facilita propôs ao pai dos garotos que eles se apresentassem no seu circo durante uma comemoração especial de Dia das Crianças, na ocasião também seria gravado um DVD. Os Jhecks Show cantaram duas músicas e até mesmo uma camisa igual foi providenciada por Josenildo, para que tudo acontecesse da melhor maneira possível. Mas para a dupla, a melhor apresentação mesmo aconteceu na Festa do Boi de 2010. “Por causa do público”, justificam. Comentando que o 3º CD da carreira, ainda sem data de lançamento, está sendo inalizado, Jheckdayvison não demora muito para cantar trechos das três músicas [Porta Aberta, Chorando por Ela e Nosso Amor] de própria autoria, em parceria com o irmão, que estarão presentes no álbum. “Vou deixar a porta aberta/caso resolva voltar/ um dia você vai se arrepender/ pode apostar”, canta o garoto, bastante afinado".

Vejam a página:



7. Vocês já esqueceram uma letra ou parte dela em um show? 

Sim, já esquecemos, e pra descontrair pedimos a ajuda do público... Já aconteceu também de eu entrar numa música e Jheckdayvison cantar outra, mas acabamos disfarçando e talvez até tenha passado despercebido... [Risos meus... show demais]

8. qual o show vocês consideram o marco de suas vidas até hoje? Por que?
É muito bom cantar para um grande público, isto nos deixa motivados, é muito prazeroso, nos empolgamos bastante, por isso consideramos como um dos melhores shows até hoje, o da festa do boi, onde desde 2009 participamos e esperamos receber o convite novamente este ano se Deus nos permitir.

9. qual a emoção de ter seus pais ao lado de vocês nos shows? Quem vai mais  aos show com vocês? 
É muito importante a presença dos nossos pais, isto nos deixa mais seguros, no caso de nos acompanhar, eles procuram se fazer presentes em todas as ocasiões, mas infelizmente nem sempre é possível devido a outros compromissos, então vamos revesando...

10. Vocês tocam que tipos de música? Qual a inspiração musical que mais inspira vocês? 
Tocamos vários estilos, isto está muito relacionado ao atrativo do público. Tentamos de certa forma acompanhar as músicas de sucessos mais atuais, tipo, Luan Santana, Léo Magalhães e Sobre Inspiração, nós nos inspiramos num cantor muito talentoso daqui de Natal, ele se chama Edivanilson Show, somos super fãs dele, ele sem sombra de dúvidas é um dos melhores cantores que já conhecemos até hoje, e além disso também somos amigos e costumamos cantar juntos, ele é o cara!

11. Vi fotos de vcs com o pessoal do Grafith. Vocês são fãs deles? Tocam alguma
música deles?
Sim, somos fãs da Banda Grafith e em especial de um de seus cantores o Paulinho que antes seguia carreira solo como “Paulinho o rei dos teclados”, também nos inspirávamos nele nessa época. No nosso repertório tem algumas músicas de Grafith e nos aniversários começamos com um estilo bem romântico e lá pro finalzinho é a hora de agitar mas as vezes antes mesmo as pessoas já cobram, “ e aí vcs tocam Grafith”por isso tentamos animar da maneira mais eclética possível e dependendo do ambiente podemos diversificar... [Também curto muito o Grafitão ... Dj alma]

12. quantos shows vocês já fizeram? 
Nossa que pergunta difícil! Rsrs, pois não temos uma noção bem precisa...Sabe que nunca paramos pra analisar este fato! Todos os anos nas datas comemorativas participamos dos eventos principalmente nas escolas onde já estudamos, dia das mães, são João, dia dos pais, formaturas, graças a Deus temos o apoio dessas pessoas que também é um incentivo para nosso “trabalho” também aproveitamos a oportunidade para agradecer a pessoas como você, que realmente valorizam e dão a credibilidade que precisamos. Muito Obrigado Djalma de Paiva Neto pela oportunidade que nos deu de podermos contar um pouco de nossa história. Que Deus te abençoe!

Deus abençoe a todos vocês em primeiro lugar garotos e sua família!!! Por Dj alma

Por enquanto é isso, mas depois tem mais: Os Jheks show!!!
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sábado, 7 de julho de 2012

Grandes ídolos: Leandro Léo

Comentário do Dj alma: Eu procurei muito por material do Leandro Léo desde sua passagem pelo Gente Inocente, mas não achava nada até descobrir que ele fazia o Pesadelo no Sítio do Pica-pau Amarelo. Agora depois dele seguir pela Record em algumas novelas ele se embrenhou pela carreira musical. Gosto muito de seu trabalho desde sua música e dança do Gente inocente - "Reboladeira". Sou seu fã número um.

Materia sobre ele do Wikipedia:

Em 1999 estrelou o longa-metragem Castelo Rá-Tim-Bum, o Filme, e em 2003 entrou para o Sítio do Picapau Amarelo para interpretar um personagem não fixo chamado Pesadelo. Seu personagem participaria do programa durante apenas dois meses, mas o personagem e o ator fizeram tanto sucesso que em 2004 a diretora Cininha de Paula convidou Leandro para participar do Sítio e Pesadelo virou um personagem fixo. Ficou no Sítio do Picapau Amarelo durante três anos, mas saiu em 2006, quando foi contratado pela Rede Record para atuar na novela Vidas Opostas. O ator participou também do extinto Gente Inocente da Rede Globo com papel fixo.
Em 2009, interpretou João Leme na novela Poder Paralelo da Record.

Biografia

Por volta de 1992, aos cinco anos de idade, antes de pensar no que queria fazer da vida, Leandro Léo já havia começado a trabalhar com a música. Chegou a gravar dois LP’s em 1994 e, com eles realizou muitos shows e participou de vários programas de auditório, além de muitas propagandas de televisão em São Paulo, que lhe rendeu uma boa popularidade entre as produtoras da época.
Sua primeira ida ao teatro foi para fazer um teste para “Onde está o Nino?’’, espetáculo para crianças, com direção de Mira Haar.
Desde então foi sua primeira experiência teatral, que durante dois anos permaneceu em temporada e viajou pelo Brasil.
Logo após foi selecionado para participar do elenco do longa-metragem “Castelo Rá-tim-bum” que além de interpretar o personagem João, também gravou duas faixas do CD da trilha sonora do filme.
Fez parte do elenco de cantores do “Gente Inocente”, programa da Rede Globo, dirigido por Cininha de Paula quando foi indicado para integrar o elenco da opereta “O cavalinho azul”, de Maria Clara Machado, com direção cênica de Cacá Mourthé e direção musical de Tim Rescala. A oportunidade fez que Léo e sua família mudasse de São Paulo para o Rio de Janeiro. Com o espetáculo, Léo foi indicado ao Prêmio TIM de Música como o melhor intérprete.
Em 2005 foi convidado a interpretar o índio “Tininin”, no espetáculo musical “A Turma do Pererê”, com direção de Tim Rescala e Stella Miranda. Cininha foi uma das profissionais responsáveis pela a consagração do ator no meio artístico.
Após o término do programa, que já havia durado três anos no ar, foi convidado por ela para integrar o elenco do “Sítio do Pica Pau Amarelo”. Foram mais três anos no ar, sob sua direção, desta vez com o personagem “Pesadelo”.
Também foi intérprete da música tema da personagem. Logo após o Sítio, foi convidado pela Rede Record para integrar o elenco fixo da emissora, tendo realizado desde então duas novelas “Vidas Opostas” de Marcílio Moraes e “Poder Paralelo” de Lauro César Muniz. Atualmente, está na Rede Record, atuando como Davi, personagem principal da minissérie “Rei Davi”, escrita por Vivian de Oliveira.

Carreira

Novelas

Séries

Teatro

  • 2009 - Verdade Verdadeira.... Mendigo Violeiro

Programas de TV


Filmes

Ligações externas

 Música de sua composição: João de Barro

João de Barro

Leandro Léo

O meu desafio é andar sozinho
Esperar no tempo os nossos destinos
Não olhar pra trás, esperar a paz
O que me traz
A ausência do seu olhar
Traz nas asas um novo dia
Me ensina a caminhar
Mesmo eu sendo menino aprendi
Oh meu Deus me traz de volta essa menina
Porque tudo que eu tenho é o seu amor
João de Barro eu te entendo agora
Por favor me ensine como guardar meu amor


Leandro Léo, o João de "Poder Paralelo", aproveitou a própria experiência como boy para criar personagem

PopTevê
Ele é do tipo que se envolve com o trabalho até o último fio de cabelo. Tanto que, além de interpretar o João Leme de "Poder Paralelo", da Record, Leandro Léo escreveu até uma música para seu personagem - um rapper e professor de hip hop - cantar em cena. Intitulada "Condição", a canção retrata o universo da periferia de São Paulo, realidade com a qual Leandro conviveu na infância. Por isso mesmo, a sugestão para elaborar a letra não foi à toa. "Quando fui compor, pensei na época em que vivia perto disso e nas gírias que os 'rappers' usam para se comunicar", explica ele, que também é cantor e compositor.
  • Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias O ator Leandro Léo, que vive o boy do Hotel Diana João em "Poder Paralelo"

Nascido na cidade de São Paulo, Leandro aproveitou a própria experiência para criar João, que começou na história trabalhando como "boy" do Hotel Diana e agora namora a bela Daniela, de Fany Georguleas. "Não tive dificuldades para me aprofundar nesse personagem porque tenho as mesmas referências de cultura e música. Na minha infância, andei de skate e trabalhei como 'boy'", lembra. No que diz respeito à dança, Leandro também não encontrou problemas. Como na trama de Lauro César Muniz João ensina hip hop, o ator teve de fazer algumas aulas no início da novela. E até hoje conta com a ajuda de um professor antes de gravar algumas cenas. Mas Leandro também gosta de dar seu toque pessoal nas coreografias. "A gente vai aprendendo e acaba montando a própria sequência de passos", revela.

O atual trabalho parece reunir tudo que Leandro mais gosta de fazer: atuar, cantar e compor. Mas o interesse pela interpretação e pela música surgiu cedo, quando ele ainda tinha seis anos. "Comecei cantando na escola e em eventos na comunidade", recorda. Depois de fazer participações em programas de auditório, surgiu a oportunidade de viver o Zequinha na peça "Castelo Rá-Tim-Bum" e, em seguida, no filme homônimo. De lá, Leandro foi convidado para fazer o Pesadelo do "Sítio do Picapau Amarelo" e, em 2006, foi contratado pela Record para viver o Carlinhos de "Vidas Opostas". Mas foi no "Gente Inocente", da Globo, que o ator teve mais visibilidade. "Cantei com músicos incríveis e homenageei grandes atores nas esquetes do programa", ressalta.

Nome: Leandro Aparecido da Silva.
Nascimento: 17 de agosto de 1987, em São Paulo.
Na tevê: "Jogo de futebol".
Ao que não assiste na tevê: "Sessão da Tarde", da Globo.
Nas horas livres: "Gosto de sair com os amigos".
No cinema: "Filme brasileiro".
Música: "Lenine é uma referência para mim".
Livro: "As Coisas", de Arnaldo Antunes.
Prato predileto: "Qualquer coisa que tenha frango".
Pior presente: "É tão legal quando alguém te dá um presente. Nunca é ruim".
O melhor do guarda-roupa: "Uma calça xadrez vermelha que minha mãe fez".
Perfume: 212, de Carolina Herrera.
Mulher bonita: Penélope Cruz.
Homem bonito: Brad Pitt.
Cantor: Lenine.
Cantora: Maria Gadú.
Ator: Al Pacino.
Atriz: Penélope Cruz.
Animal de estimação: Minha cadela Darinha.
Escritor: Christian Andersen.
Arma de sedução: "O olhar".
Programa de índio: Micareta.
Melhor viagem: "Réveillon em Angra dos Reis".
Sinônimo de elegância: "Uma pessoa bem vestida".
Inveja: "De quem é organizado".
Ira: "Se eu não cumprir com um trabalho".
Gula: "Fast food".
Cobiça: "Ter minha casa".
Luxúria: "Uma mulher bonita em cena".
Preguiça: "De ir ao banco".
Vaidade: "Muita".
Mania: "De tocar nas coisas".
Filosofia de vida: "Fazer o que te faz feliz".




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