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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

CSI Natal 2012: 10 serial killers muito mortais


1 – JAVED IQBAL
Javed Iqbal Mughal (1956? – 2001) foi um assassino em série de Lahore, Punjab, Paquistão. Ele alegou ter matado 100 rapazes durante um período de 18 meses.
Ele foi preso em junho de 1998 por abusar sexualmente de dois meninos por dinheiro. Ele saiu da prisão sob fiança, e começou a matar meninos logo depois. Iqbal encontrava os garotos na rua, conquistava sua confiança, e, em seguida, drogava, estuprava e estrangulava os rapazes.
Cortava os corpos em pedaços e os colocava em um tanque cheio de ácido clorídrico. Depois que todos os restos mortais estavam liquefeitos, ele os despejava. Antes, ele usava o esgoto, mas os vizinhos reclamavam de um cheiro acre.
2 – GILLES DE RAIS
Rais lutava contra os ingleses, servindo muitas vezes ao lado de Joana d’Arc. Um ano depois dela ser queimada na fogueira, Rais se aposentou do serviço militar e retornou ao castelo de sua família, em Machecoul.
Lá, Rais começou uma campanha de assassinatos sádicos, matando entre 60 e 200 crianças. Ele preferia meninos com idades entre 6 e 18 anos. Suas vítimas tinham geralmente olhos azuis e cabelos loiros, e eram raptadas da vila de Machecoul e zonas circundantes, ou atraídos para o seu castelo.
Rais tinha uma câmara especialmente construída para manter suas vítimas. Além dos atos sexuais, ele matava usando uma variedade de métodos que incluía decapitação, desmembramento e estripação.
Sua primeira vítima foi um mensageiro de 12 anos, enforcado pelo pescoço em um gancho de metal, e estuprado antes de ser morto. Mais e mais crianças começaram a desaparecer e uma suspeita surgiu. Infelizmente, os moradores tinham medo de ir contra um dos homens mais poderosos da França.
Depois de alguma dificuldade, um caso foi finalmente criado contra ele. Rais declarou em seu julgamento que admirava as cabeças e partes de corpo de suas vítimas. Ele foi preso em setembro de 1440, e indiciado por 34 acusações de assassinato.
Ele acabaria por confessar os assassinatos sob a ameaça de tortura. Foi considerado culpado de assassinato, sodomia e heresia. Foi enforcado e depois queimado em 16 de outubro de 1440, juntamente com dois de seus servos.
3 – MIYUKI ISHIKAWA
Miyuki Ishikawa foi uma parteira experiente, que matou pelo menos 103 crianças recém-nascidas durante a década de 1940. Os pais destes recém-nascidos eram pobres e não podiam se dar ao luxo de criar uma criança. Ela também não podia criar os filhos, de modo que resolvia este problema negligenciando-os, e muitas destas crianças morreram por causa dessa negligência.
Ela até tentou receber pagamento por esta prática repugnante. Suas ações fizeram com que o governo japonês começasse a considerar a legalização do aborto.
4 – THUG BEHRAM
Behram era o líder da seita Thuggee, responsável pelo assassinato de 931 pessoas entre 1790 e 1840. Behram cometeu cerca de 125 assassinatos, usando o cerimonial ruhmal (que envolvia um lenço).
Para aderir à seita, um pai ou mãe deveria ter sido membro. Em pelo menos 65 assassinatos cometidos por Behram, um medalhão Canova foi lançado sobre o pomo de Adão (o medalhão era muito pesado) para aumentar a pressão, enquanto Behram estrangulava a vítima.
5 – DARYA SALTYKOVA
Como se servidão não fosse ruim o suficiente, esta nobre russa, durante os anos 1700, tornou o período ainda pior. Ela torturou e matou pelo menos 100 de seus servos, mas não foi presa até 1762, por causa de suas riquezas.
Em 1762, a imperatriz russa Catarina II decidiu julgar Saltykova publicamente, depois de parentes das mulheres assassinadas levarem uma petição até ela.
Saltykova foi considerada culpada do assassinato de 38 servas. Para punir Saltykova, Catarina acorrentou a mulher a uma plataforma por uma hora em Moscou, com um sinal no pescoço que dizia: “Esta mulher torturou e assassinou”. Darya foi condenada à prisão perpétua e morreu em 1801.
6 – HAROLD SHIPMAN
Harold Shipman, filho de pais religiosos e graduado em medicina, se tornou um médico e um membro respeitado em sua comunidade. No entanto, ele injetava seus pacientes – a maioria idosos – com venenos.
Sua última vítima foi a rica Kathleen Grundy, ex-prefeita de Hyde, Reino Unido, onde Shipman, conhecido como “Doutor Morte”, vivia. A filha de Grundy ficou alarmada quando sua mãe não deixou nada para seus filhos, mas deixou 386.000 libras esterlinas (mais de um milhão de reais) para Shipman. A polícia usou isso como evidência e o Doutor Morte foi preso. Ele cometeu suicídio na prisão, em 2004. Não o confunda o estadunidense Dr. Jack Kevorkian, defensor da eutanásia, também apelidado de Dr. Morte.
7 – AMELIA DYER
Amelia Dyer foi a pior assassina de bebês da história. Ela “cuidava” de filhos ilegítimos por uma taxa fixa. Dyer deixava as crianças morrerem por negligência e abusava quase que imediatamente delas.
O assassinato mais famoso foi, possivelmente, de Doris Marmon. Evelina Marmon deu à luz uma filha ilegítima, que ela deu para Dyer. O bebê, Doris, foi trazido para a casa da filha de Dyer, onde ela matou Doris amarrando seu pescoço em uma fita. Dyer foi enforcada por apenas um assassinato, mas matou cerca de 200 crianças.
8 – ELIZABETH BATHORY
Elizabeth Bathory foi uma condessa no século 16 na Hungria, responsável pelo assassinato de 200 a 300 mulheres jovens, trazidas para seu castelo com a promessa de um trabalho de serva bem remunerado.
Elas eram torturadas e mortas. As atrocidades incluíam espancamentos; queima ou mutilação das mãos, rostos e órgãos genitais; congelamento; mordidas na carne dos rostos e outras partes do corpo; cirurgias; fome; estupro e abuso sexual.
Ela acabou condenada à prisão domiciliar, onde morreu em 1614. Ela inspirou muitos mitos, o mais difundido sendo o de que se banhava no sangue de suas vítimas para restaurar sua aparência jovem.
9 – PEDRO LOPEZ
De longe, um dos assassinos mais prolíficos de todos os tempos, o “Monstro dos Andes” massacrou pessoas suficientes para encher uma pequena cidade.
Depois de matar cerca de 100 mulheres tribais no Peru na década de 1970, ele foi detido por forças tribais que estavam prontas para executá-lo quando foram convencidas por um missionário americano que estava hospedado com eles a levá-lo à polícia.
Infelizmente, a polícia deixou Lopez ir, e ele viajou ao Equador, onde passou a matar cerca de 3 a 4 meninas por semana, alegando que no Equador elas eram “mais gentis e confiantes, mais inocentes”.
Isso continuou até que ele foi pego, em 1980, mas a polícia ainda não tinha certeza de sua culpa. Uma enchente descobriu uma vala comum onde ele tinha escondido muitas de suas vítimas, que levou à sua prisão. No entanto, o governo do Equador o liberou em 1998, por “bom comportamento”.
10 – LUIS GARAVITO
Luis Garavito não é tão famoso quanto alguns de seus rivais, mas é o assassino mais prolífico de todos os tempos. Nascido em 25 de janeiro de 1957, “La Bestia” é o mais velho de sete irmãos. Sua infância foi governada por seu pai, mais tarde descrito como fisicamente e emocionalmente abusivo. Além disso, durante seu julgamento, Garavito disse ter sido abusado sexualmente quando era jovem, mas não disse por quem.
Os detalhes que cercam seus assassinatos maníacos são assustadores. Ele fazia as crianças acompanhá-lo através de ofertas de dinheiro para trabalhos, doces ou drogas. Todas as crianças eram amarradas, cruelmente torturadas, estupradas e acabavam mortas com a garganta cortada. Muitas foram decapitadas completamente.
Garavito foi capturado em 22 de abril de 1999. Ele confessou ter assassinado 140 crianças. Ele levou com precisão os investigadores da polícia aos túmulos de mais de 170 vítimas. Os investigadores acreditam que Garavito é responsável por mais de 400 mortes durante os anos antes de sua captura.
Ele está sob investigação pelo assassinato de 172 crianças em mais de 59 municípios da Colômbia. Ele foi considerado culpado em 138 dos 172 casos, os outros estão em andamento. As sentenças para estes 138 casos somam 1.853 anos e 9 dias.
Devido às restrições de direito colombiano, no entanto, ele não pode ser preso por mais de 30 anos. Além disso, como ele ajudou as autoridades a encontrar os corpos, sua pena foi reduzida para 22 anos. Garavito é considerado o pior assassino em série da história, por ter o maior número de mortes.
BÔNUS: MANÍACO DO PARQUE
Não podíamos deixar de falar do Maníaco do Parque, que apesar de não ter matado centenas de pessoas, chocou o Brasil como um serial killer brutal. Uma pesquisa do Ibope mostrou esse é o caso policial mais lembrado pelos brasileiros, com um índice de 76%.
Francisco de Assis Pereira, vulgo Maníaco do Parque, é um assassino em série brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove no ano de 1998. O referido parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo.
A polícia descobriu vários corpos, torturados, estrangulados, alguns nus, no parque. Francisco era motoboy. Quando virou suspeito dos crimes, desapareceu.
Mais tarde, seu ex-chefe percebeu que havia algo de errado com o vaso sanitário da empresa. Tentou consertar duas vezes, mas não conseguiu. Quebrou o encanamento e descobriu um bolo de papéis queimados, misturados aos restos de um churrasco feito no final de semana anterior, no cano de saída da privada.
Entre as coisas que o empresário recolheu do cano estava a carteira de identidade de Selma Ferreira Queiroz, uma das vítimas, parcialmente queimada. Isso alertou seu ex-patrão, que comunicou a polícia.
Quando capturado, o Maníaco do Parque disse que convencê-las era muito simples. Bastava falar aquilo que elas queriam ouvir. Francisco cobria as garotas de elogios, se identificava como um caça-talentos de uma importante revista, oferecia um bom cachê e convidava as moças para uma sessão de fotos em um ambiente ecológico. Elas aceitavam, e lá ele as estuprava e matava.
Ele mudou várias vezes o número de mulheres que matou, mas chegou a ter dito 15. Preso, o motoboy afirmou que havia sido abusado por uma tia materna, o que o fez desenvolver uma “fixação por seios”. Já mais velho, teria sido assediado por um patrão, passando então a ter relações homossexuais. Pereira disse ainda que teve uma namorada gótica que quase arrancou seu pênis com a boca. Por causa desse episódio, ele passou a sentir dor nas relações sexuais, fato confirmado por suas vítimas que sobreviveram.
No total, foi sentenciado a 271 anos de prisão. No entanto, de acordo com a lei brasileira, ninguém pode ficar mais de 30 anos preso. No mês posterior à sua prisão, em 1998, o motoboy recebeu mais de mil cartas de mulheres apaixonadas por ele, segundo Gilmar Rodrigues, autor do livro “Loucas de Amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais”.
Pereira chegou a ser dado como morto numa rebelião de presos ocorrida em dezembro de 2000. Mas, após uma série de desencontros, a direção da cadeia confirmou que o motoboy, jurado de morte pelos outros presos, estava vivo.
Francisco diz que hoje é um homem guiado pela palavra de Deus e se considera normal. Segundo ele, está vivo em razão da fé e também pelo “elo de amizades” que construiu. O que fez no passado não teria sido fruto de sua própria vontade e sim de “uma coisa maligna, maldita”. [Listverse]

Fonte: Hypescience
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CSI Natal 2012: Assassinos em série no Brasil


Material do Só na Zueira

Se vocês achavam que só tinha assassinos em série (SERIAL KILLERS) nos Estados Unidos, conheçam os "O TIME" que tem por aqui no Brasil, são crimes que deixa qualquer gringo de boca aberto.


João Acácio Pereira da Costa - conhecido como "Bandido da Luz Vermelha" - Assassino notável pela crueldade e frieza.

 João Acácio ficou órfão com apenas quatro anos, dali por diante, sua vida no crime se iniciou. Chegou ao estado de São Paulo ainda na adolescência, fugindo dos furtos que praticara em Santa Catarina. Foi morar em Santos, onde se dizia filho de fazendeiros e bom moço. Na verdade, levava uma vida pacata no lugar que escolheu para morar, praticando seus crimes em São Paulo e voltando incólume para Santos. Sua preferência era por mansões. Seu estilo próprio de cometer os crimes (sempre nas últimas horas da madrugada, cortando a energia da casa, usando um lenço para cobrir o rosto e carregando uma lanterna com bocal vermelho) chamou a atenção da imprensa, que o apelidou de "Bandido da Luz Vermelha", em referência ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, que tinha o mesmo apelido.
Gastava o dinheiro obtido com os assaltos com mulheres e boates. A polícia levou seis anos para identificá-lo, conseguindo identificá-lo após ele deixar suas impressões digitais na janela de uma mansão.
  Pedrinho Matado
 Matou pela primeira vez aos catorze anos e seguiu matando e hoje acumula mais de cem homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo que 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase quatrocentos anos de prisão, a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.

Chico Picadinho
Foi um assassino em série brasileiro que esquartejou 2 mulheres nos anos de 1966 e 1976. Filho de pai muito severo, sua mãe foi uma mulher que tinha muitos amantes e quase sempre casados.

 Francisco de Assis Pereira, vulgo Maníaco do Parque

É um criminoso (Assassino em Série) brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove. O referido Parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo. Nesse local foram encontrados vários corpos das vítimas.
Marcelo de Andrade
Estuprou e matou onze meninos, no Rio de Janeiro, e bebeu o sangue e comeu parte das carnes das vítimas.
 Maníaco da Cruz
Aos dezesseis anos foi preso depois de ter matado pelo menos 3 vítimas na localidade de Rio Brilhante. O assassino disse que é um fã de Francisco de Assis Pereira, o tal Maníaco do Parque. Depois de matar, deixava as vítimas nuas, com as pernas fechadas e os braços abertos em sinal da cruz.


Assassinou 13 homossexuais entre julho de 2007 e agosto de 2008 no Parque dos Paturis em Carapicuiba - São Paulo.


 Cláudio de Souza

Conhecido como "Maníaco da Lanterna" - Acusado de matar nove pessoas além de três mulheres que continuam desaparecidas.
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CSI Natal 2012: 10 Serial Killers Brasileiros




Há pouco tempo atrás fiz uma postagem que relacionava 10 casais de assassinos em série e seus crimes. Citei casos dos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, mas, nenhum brasileiro. Fui questionada quanto a isto. Durante a pesquisa que fiz, achei algumas duplas que atuavam juntas para a efetivação dos crimes; Todavia, poucas eram de duas pessoas em um relacionamento amoroso, e somente uma brazuca poderia se encaixar na categoria, não fosse um terceiro elemento. O fato é que o Brasil, ao contrário do que ocorre nos EUA, não possui muitos casos de assassinos em série. O site crimeZZZ.net, por exemplo, lista 12 casos. Já o Como Tudo Funciona lista 9 Serial Killers, o Só Na Zueira elenca 8 pessoas e a Revista Época traz um total de 22 assassinos. Com as informações dos sites acima citados, separei alguns dos mais "expoentes". 

Confira a lista:


Francisco Costa Rocha
Número de Vítimas: 2
A História: Chico Picadinho - como ficou conhecido - cometeu o seu primeiro assassinato em 1966. Margareth Suida, uma bailarina austríaca, foi encantada pelo charme do corretor de imóveis Francisco. Após um encontro, ela aceitou a proposta de Chico de ir ao apartamento que ele dividia com o amigo. Antes mesmo de efetivarem relações sexuais, Francisco ficou violento e matou-a por estrangulamento com um cinto. Com ela morta, decidiu que deveria livrar-se do corpo e, por tal, começou a cortá-lo com faca, tesoura e gilete; Primeiro os seios, depois os músculos, as articulações e por assim seguindo até que o corpo ficasse menor e coubesse em uma sacola. O processo todo durou de 3 a 4 horas. Francisco avisou um amigo e pediu que ele desse um tempo antes da denúncia, para que contata-se sua mãe e seu advogado. Quando retornou a cidade, foi preso e condenado a 17 anos de prisão. Após 8 anos cumprindo a pena, foi solto. Casou-se e teve dois filhos. Em 14 de setembro de 1976 tentou matar uma prostituta, a qual conseguiu fugir. Contudo, em 16 de outubro do mesmo ano, outra profissional do sexo não teve a mesma sorte. Desta vez o cuidado no esquartejar foi maior. Tentou jogar pelo vaso algumas das partes da vítima. Fugiu do Rio de Janeiro, sendo que 28 dias depois fora localizado, preso e condenado a 30 anos. Após o cumprimento da pena, em 1998, considerando a psicose do assassino, foi transferido para a Casa de Custódia de Taubaté a fim de receber tratamentos psiquiátricos. No blog MEDOB há uma entrevista com o Chico.


João Acácio Pereira da Costa
Número de Vítimas: 4 e/ou Mais
A História: Vilão por vocação, o Bandido da Luz Vermelha, atraiu a atenção pública graças a sua frieza e estilo peculiar de cometer os delitos: Sempre na última horas da madrugada, portando uma lanterna de Bocal vermelho. Era catarinense, mas seus delitos foram cometidos em São Paulo. Atuou por 6 anos e foi  detido em 1967. Oficialmente teria cometido 88 delitos: 77 assaltos, 2 homicídios, 2 latrocínios e 7 tentativas de morte, todos confessados. Entretanto, há suspeitas de que ele também tenha estuprado mais de 100 mulheres, porém as vítimas nunca deram queixa. Cumpriu 30 anos de prisão e foi solto em 1997, virando uma "pseudo-celebridade" já que usava apenas roupas vermelhas e quando lhe pediam um autógrafo ele simplesmente escrevia a palavra "Autógrafo" no papel. Em 1998 acabou sendo morto em uma briga de bar em Joinville/SC. Foi realizado um filme sobre a sua historia: O Bandido da Luz Vermelha.


Edson Izidoro Guimarães
Número de Vítimas: 4 e/ou Mais
A História: O Enfermeiro da Morte, como foi posteriormente chamado, foi condenado a 76 anos de prisaão - 19 por cada vítima - pela morte de 4 pacientes do Hospital Municipal Salgado Filho no Rio de Janeiro. Das vítimas citadas, 3 tiveram os aparelhos respiratórios desligados e 1 foi injetada com cloreto de potássio, todas no dia 07 de Maio de 1999. Ele confessou que matava pacientes terminais no intento de receber comissões das funerárias. No início das acusações, Edson chegou a ser indiciado pela morte de 126 pessoas durante os seus plantões.


Francisco de Assis Pereira
Número de Vítimas: 9
A História: Provavelmente o Serial Killer nacional mais conhecido, O Maníaco do Parque. Construindo a ilusão de que as mulheres tornariam-se modelos fotográficos, o motoboy conseguiu atrair 14 vítimas; Sendo que apenas 5 delas fugiram após estupradas e mordidas. As outras tiveram um fim trágico, estranguladas por um cadarço ou cordinha. Pelos crimes Francisco foi condenado a 274 anos de prisão. Perguntado qual o motivo, assim respondeu: "Eu tenho um lado ruim dentro de mim. É uma coisa feia, perversa, que eu não consigo controlar. Tenho pesadelos, sonho com coisas terríveis. Acordo todo suado. Tinha noite que não saía de casa porque sabia que na rua ia querer fazer de novo, não ia me segurar. Deito e rezo, pra tentar me controlar" [fonte: Veja].


José Guerra Leitão
Número de Vítimas: 10 e/ou mais
A História: O Monstro do Morumbi cometeu seus delitos entre os anos 60 e 70. Atacando exclusivamente mulheres com biotipo parecido com o de sua mãe, deixava suas vítimas nuas/semi-nuas com os pés e mão amarrados por pedaços de roupas, boca, nariz e ouvidos tapados com papéis amassados e uma tira que servia de mordaça e de enforcador. 7 corpos foram encontrados nos terrenos baldios do Morumbi até que a esposa resolveu denunciar. José fugiu para  o Pará  onde cometeu outros 3 assassinatos. Apesar de falar abertamente o número de 24 vítimas, apenas conseguiu-se provas contra o mesmo em 4 dos crimes. Cumpriu 30 anos de prisão e foi solto em 2001. Localização atual desconhecida.


Laerte Patrocínio Orpinelli
Número de Vítimas: 11 e/ou mais
A História: Quem imaginaria que um andarilho descuidado e simpático, na realidade era um serial killer? Chamado de O Monstro de Rio Claro, confessou o assassinato de 11 crianças entre 04 e 10 anos de idade. logo que foi preso. Depois, com o tempo, chegou a falar ter cometido mais de 100 assassinatos e de ter bebido o sangue de algumas das vítimas. Ele mantinha um caderno de anotações por onde a polícia conseguiu identificar 26 cidades e 96 desaparecimentos. Os crimes teriam ocorrido entre 1970 e 1999. Encontra-se preso.


Marcelo Costa de Andrade
Número de Vítimas: 13
A História: O Vampiro de Niterói atuou de  1991 a 1992, matando 13 meninos - faixa etária de 6 a 13 anos.Ele conduzia a vítima até uma área deserta, estuprava, estrangulava e, quando mortas, bebia o seu sangue, no intento de permanecer jovem e belo. Continuava a praticar sexo com os cadáveres até avançado estado de decomposição. Foi preso graças a fuga de uma vítima que o denunciou. Por ser considerado inimputável pela justiça, encontra-se internado por tempo indeterminado no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico  Henrique Roxo.


Fortunato Botton Neto
Número de Vítimas: 13
A História: O garoto de programa mais conhecido como O Maníaco do Trianon, matou - com requintes de crueldade - 13 homens entre 1986 e 1989. Depois de combinar o programa e ir até o apartamento das vítimas, amarrava seus tornozelos e pulsos, cometendo o ato ou por estrangulamento, ou por facadas, ou com golpes de chave de fenda. Em alguns casos pisoteou as vítimas até que os órgãos saíssem pelos orifícios corporais. Em seus depoimentos, o maníaco diz"Matar é como tomar sorvete: quando acaba o primeiro, dá vontade de tomar mais, e a coisa não para nunca". Foi condenado e morreu na prisão em fevereiro de 1997, de broncopneumonia decorrente da Aids.


Francisco das Chagas Rodrigues de Brito
Número de Vítimas: 42
A História: Acredito que este caso também seja bem lembrado, já que os fatos ocorreram entre 1989 e 2004 no Maranhão e no Pará. Brito escolhia sempre como vítimas meninos pobres que vendiam doce ou perambulavam na área de sua casa ou de seu trabalho, atraindo os mesmos para uma mata. No local matava - estrangulamento, pedradas ou objetos cortantes - e partia para a mutilação, retirando testículos ou órgão genital, além de levar consigo um souvenir - roupas, osso, dedo ou outro pedaço amputado. Há suspeitas de que houve violência sexual e que o assassino tenha comido algumas partes da vítima. . Em 2006, ele foi condenado a 20 anos e oito meses de prisão pela morte de uma das vítimas e ainda aguarda julgamento pelas demais. É considerado o pior Serial Killer Brasileiro. 


José Ramos
Número de Vítimas: Incerto
A História: Chamado de o Linguiceiro da Rua do Arvoredo, seus ataques ocorreram em 1863 - possível que seja o primeiro Serial Killer que se tem registro na história nacional. Justamente por se tratar de um caso muito antigo, não há informações precisas quanto ao número exato de vítimas. Seu modus operandi, entretanto, é relatado com clareza: José, pessoa elegante e de bons gostos culturais (qualquer semelhança com Hannibal Lecter seria mera coincidência?), atraia as suas vítimas com a promessa de que passariam a noite com a sua esposa, Catarina Pulse. Chegando no local a vítima era servida de boa comida, boa bebida e boa conversa; Até que Ramos acertava-lhe a cabeça com uma machadinha - golpe certeiro. Depois, com a ajuda de Carlos Claussner, degolava e esquarteja a vítima, usando sua carne para a fabricação de linguiças - famosas na época. Os fatos ocorreram na Provícia de Porto Alegre e foram descobertos apenas em 1894, ou seja, 31 anos de matança. José foi condenando ao enforcamento, Catarina internada em hospício e Carlos, bem, ele já havia virado linguiça. 

Destaque:
Par quem quer saber mais sobre o assunto, vale conhecer o trabalho de Ilana Casoy, considerada a maior especialista nacional, e seus livros.
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